Dicas de livros de romance para se emocionar

Se você adora ler e está procurando um livro novo de romance para se emocionar veio ao lugar certo. Veja nossas dicas de livros e aproveite a leitura desses livros maravilhosos. (as sinopses foram retiradas da internet)

 

Um bom tricô – Debbie Macomber: Um Bom Tricô é uma lojinha em Seattle onde quatro mulheres bem diferentes se reúnem todas as semanas para aprenderem a fazer uma mantinha de bebê. Lydia Hoffman, a dona da loja, sobreviveu duas vezes ao câncer, Jacqueline Donovan é uma socialite em crise no casamento, Carol Girard vive a esperança de engravidar por meio da fertilização in-vitro e Alix Townsend nada mais quer do que cumprir uma sentença da justiça prestando um serviço comunitário. Com um enredo emocionante e envolvente sobre o amor e a amizade.

 

 

O amor é um pássaro vermelho – Lucilia Junqueira De Almeida Prado: O romance nos fala de um garoto japonês que aos catorze anos vem para o Brasil, na condição de filho adotivo de um casal de imigrantes idosos, para ajudar sua família que no Japão vivia em extrema pobreza. A ação acompanha a vida desse menino, desde as praias de sua terra até o interior de São Paulo, onde é obrigado a trabalhar duramente nos cafezais. Surgem então os conflitos dos comportamentos entre as famílias de tradição milenar do Japão e a brutalidade que o esperava na nova terra. A história abrange um panorama amplo e humano, atingindo momentos de beleza e emoção especialmente quando aborda os problemas causados pelas diferenças entre as duas culturas, expostos com sensibilidade.

 

Clarissa – Erico Veríssimo: Clarissa é uma adolescente curiosa e otimista, natural de uma pequena cidade do interior, que vem estudar em Porto Alegre, a capital do estado do Rio Grande do Sul. Fica alojada numa pequena pensão e é aqui que vai despertar para o mundo e para a vida. Dia após dia, observa as pessoas que a rodeiam: a esposa infiel, o músico contemplativo, a tia conservadora, a viúva e o seu filho mutilado… Através das observações de Clarissa, Erico Verissimo traça um retrato da Porto Alegre dos anos 30 e nos mostra também uma visão singular sobre o Brasil e sobre o mundo naquela época.

 

 

É tarde para saber – Josué Guimarães: Mariana e Cássio vivem uma grande paixão. Mas ela é filha de um rico empresário simpatizante da ditadura militar, e ele, um rapaz de origem humilde. No período mais repressivo do regime, quando todas as manifestações intelectuais e artísticas eram duramente censuradas, quando informantes do governo infiltravam-se entre os jovens nas salas de aula do país e a vida política nada mais era do que um jogo de cartas marcadas, a triste realidade faz divergir o caminho dos dois jovens. Mariana prossegue com a sua protegida existência pequeno-burguesa, enquanto Cássio envolve-se cada vez mais numa aura de mistério.

 

 

Os delírios de consumo de Becky Bloom – Sophie Kinsella: Becky Bloom é uma jornalista financeira. Dá conselhos sobre como fazer render o dinheiro das pessoas. Becky tem um grande problema: ela mesma é uma compradora compulsiva, tudo o que vê é extremamente necessário e ela precisa ter. Seus extratos bancários vivem no vermelho, ela paga seus cartões de crédito com outros cartões de crédito. Becky consegue esconder de todos esse seu “pequeno” problema e cria desculpas muito criativas. Texto de leitura fácil e rápida. Linguagem informal e moderna. Atenção especial para as cartas escritas por Becky.

 

 

Marley e eu – Joh Grogan: John e Jenny eram jovens, apaixonados e estavam começando a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, “um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro”, que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava nas visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo a que pudesse. De nada lhe valeram os tranqüilizantes receitados pelo veterinário, nem a “escola de boas maneiras”, de onde, aliás, foi expulso. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional.

 

 

A menina que roubava livros – Markus Zusak: Lieset Meminger foi abandonada pela mãe para não morrer como ela, às mãos dos nazis. Em 1939 é entregue a um casal alemão, Hans e Rosa Hubermann. Ele é um pintor desempregado e ela uma rabugenta dona-de-casa e vivem numa pequena e desinteressante cidade perto de Munique, mais precisamente em Molching. Entre essa data e 1943 Lieset encontra a morte três vezes e por três vezes sai vencedora. Tão impressionada fica que decide contar a sua história. Ao entrar na nova casa trazia consigo, escondido na mala, um livro, O Manual do Coveiro que apanhara da neve no funeral do irmão, quando o rapaz que o enterrava o deixou cair sem dar por isso. Esse foi o primeiro dos muitos livros que roubou nos quatro anos seguintes. Eram esses livros que traziam ânimo e alento à sua vida naquela época terrível. O gosto que sentia em roubá-los valeu-lhe uma alcunha e uma ocupação e as palavras que neles encontrou seriam, mais tarde, aplicadas na sua própria vida, sempre acompanhada pelo amável Hans e pelo amigo quase invisível, Max Vanderburg, o judeu do porão de quem prometera jamais falar.

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